No seriado Dr. House, comumente vemos ele, a equipe, o paciente e a família do paciente batendo cabeça com possíveis diagnósticos até se descobrir a verdadeira causa da doença. Daí, descoberta a doença o paciente fica curado e vai embora.
Na vida real isso acontece com mais freqüência e frieza do que parece.
Por quê?
Porque com tanta doença velha e nova por aí, com tantas outras sendo descobertas e identificadas, fica difícil simplesmente dizer é isso ou aquilo.
Houve por exemplo um caso de um paciente que estava com intoxicação por metais pesados. Mas, como não havia evidência de que o cara havia consumido qualquer metal pesado de forma proposital ou acidental, e como são muitos metais, a equipe não fez todos os testes para metais pesados e partiu para tratamentos de outras doenças na esperança que a reação à medicação mostrasse que eles estavam atirando certo no escuro. No final House olhou para uma aliança e investigou a mulher do dito cujo e percebeu que ela poderia ter tido acesso a ouro em pó, e pimba!
Em Ariquemes, uma das principais cidades de Rondônia, aconteceu de uma moça de 14 anos cair com febre alta, dores no corpo, enjôo e manchas na pele. Os médicos foram pelo raciocíonio mais lógico: os sintomas são os mesmos da dengue e da malária, então: faz lâmina, mas, deu negativo para malária, então deve ser dengue, mas, não vamos fazer a sorologia porque o material vai ser enviado pra Belém ou Rio de Janeiro e o resultado só vai chegar em 30 dias, nesse meio tempo se ele não tiver reagido espontaneamente (porque para dengue não há tratamento) ela estará morta mesmo.
Bem, ela morreu. E como a lei exige foram feitos exames detalhados para identificar a causa da morte. Resultado: febre amarela.
Para febre amarela há tratamento. Mas, como os sintomas são parecidos com a dengue, como não ocorrem casos dessa doença em área urbana em Rondônia há mais de cinco anos, como o exame é muito caro e como a vacina é disponibilizada o ano inteiro de graça em todas as unidades de saúde, melhor nem pensar nisso.
Esqueceram de perguntar por onde a menina tinha andado. Ela não morava na cidade, mas na zona rural, numa região passível de febre amarela silvestre. Mas, só depois da morte é que foram investigar.
O interessante é que essa investigação é mais cara do que o tratamento, porque a OMS trata a FA como epidemia com apenas um caso, de tão grave que é a dita cuja, e essa investigação é feita por uma equipe de mais de 20 especialistas, recebendo deslocamento, diárias, alimentação, seguro de vida para acidentes e doenças tropicais, etc, etc, etc.
E porque a menina morreu na cidade, teve-se que isolar toda a região por onde ela passou, porque doente-doador + mosquito = doença, doente havia, o mosquito é o famoso aedes aegypt, o mesmo da dengue, que há em todo lugar. E a forma silvestre é diferente da urbana somente porque o doente-doador não é um macaco, mas um humano, porque o vírus é o mesmo.
Ainda bem que as vezes a natureza fica do nosso lado! Porque o mosquito contaminado com FA também fica doente e geralmente morre antes de picar outro indivíduo.
Infelizmente a guria não tinha o dinheiro nem o status de um Dráuzio Varela para os médicos se preocuparem o suficiente. Ah! E ele tinha sido vacinado, hein? E calhou de cair no percentual que diz que nenhuma vacina tem 100% de eficácia.
É culpa da velocidade das informações?
Terça-feira, Agosto 28, 2007
Domingo, Agosto 26, 2007
Humildade
Qualidade que só tem quem não diz que tem.
Em bora nem todo mundo que não diz ter humildade a tem.
Humildade não por acaso tem o mesmo radical da palavra húmus. Ambas vêm do latim hum, que se traduz por chão.
Humilde é a pessoa que anda com os pés no chão, não no sentido figurado, mas no real; é aquele que anda descalço porque não tem mesmo calçado algum.
Humilhar é verbo de ação e é o ato da luta romana onde um oponente ergue o outro acima da sua cabeça e o joga violentamente ao chão, acabando a disputa. Equivale ao knock-out do boxe ou ao ipon do judô. Porém neste momento, na luta romana, se ia mais além, olhava-se para César, ou seu representante legal, que sinalizava com o polegar para cima ou para baixo se o humilhado iria ou não viver. A decisão divina, porque césar era considerado deus, se baseava na honra que o perdedor mostrava ter durante o combate, se houvesse perdido por fraqueza ou covardia seria morto, se houvesse perdido com bravura alcançaria a clemência e poderia novamente se levantar, de pés descalços, e se preparar para nova disputa.
Considerando isto, humildade é a capacidade de aceitar a humilhação, sem reagir, sem tentar subterfúgios ou truques para enganar o juiz e, portanto, merecer misericórdia para poder, numa tentativa futura, tentar novamente a vitória.
Dizer que é humilde é aceitar a derrota antes dela acontecer, ou tentar justificar a fraqueza ou incompetência para enganar quem julga.
Hoje em dia dizer que é humilde é também uma tenativa de conseguir a simpatia popular.
Infelizmente o senso comum e os dicionários modernos também dizem que humilde é sinônimo de pobre no sentido financeiro, embora seja sinônimo de pobre no sentido moral, afinal foi derrotado e somente a misericórdia lhe permitirá viver.
É uma qualidade essencial ao líder, mas que deve ser notada antes pelos outros.
Ou como disse Salomão: "não sejam as palavras da minha boca as que me louvem."
Em bora nem todo mundo que não diz ter humildade a tem.
Humildade não por acaso tem o mesmo radical da palavra húmus. Ambas vêm do latim hum, que se traduz por chão.
Humilde é a pessoa que anda com os pés no chão, não no sentido figurado, mas no real; é aquele que anda descalço porque não tem mesmo calçado algum.
Humilhar é verbo de ação e é o ato da luta romana onde um oponente ergue o outro acima da sua cabeça e o joga violentamente ao chão, acabando a disputa. Equivale ao knock-out do boxe ou ao ipon do judô. Porém neste momento, na luta romana, se ia mais além, olhava-se para César, ou seu representante legal, que sinalizava com o polegar para cima ou para baixo se o humilhado iria ou não viver. A decisão divina, porque césar era considerado deus, se baseava na honra que o perdedor mostrava ter durante o combate, se houvesse perdido por fraqueza ou covardia seria morto, se houvesse perdido com bravura alcançaria a clemência e poderia novamente se levantar, de pés descalços, e se preparar para nova disputa.
Considerando isto, humildade é a capacidade de aceitar a humilhação, sem reagir, sem tentar subterfúgios ou truques para enganar o juiz e, portanto, merecer misericórdia para poder, numa tentativa futura, tentar novamente a vitória.
Dizer que é humilde é aceitar a derrota antes dela acontecer, ou tentar justificar a fraqueza ou incompetência para enganar quem julga.
Hoje em dia dizer que é humilde é também uma tenativa de conseguir a simpatia popular.
Infelizmente o senso comum e os dicionários modernos também dizem que humilde é sinônimo de pobre no sentido financeiro, embora seja sinônimo de pobre no sentido moral, afinal foi derrotado e somente a misericórdia lhe permitirá viver.
É uma qualidade essencial ao líder, mas que deve ser notada antes pelos outros.
Ou como disse Salomão: "não sejam as palavras da minha boca as que me louvem."
Quinta-feira, Agosto 23, 2007
Rui Carlo
Bem, esta é uma idéia antiga a de escrver sobe os outros dez Pontes Mouras. Confesso que sempre fui avesso a seqüências lógicas quando se quer ser autêntico e original. E de repente me bateu escrever sobre o Marcos no dia do aniversário dele. Gostei da idéia e vou seguir esta seqüência, que embora seja lógica (porque toda seqüência o é mesmo) não é comum. Normalmente quando se faz uma relação de familiares se faz por ordem de idade, crescente ou decrescente. Assim, resolvi falar a partir das datas de nascimento a contar do dia que me bateu na telha.
Rui Carlo, embora tenha nome composto jamais é chamado somente pelo segundo nome, ou é Rui ou Rui Carlo.
Como ele mesmo gosta de lembrar, vai morrer virgem.
Não é o mano com maior capacidade de raciocínio nem quociente de inteligência, mas tem uma inteligência prática que seria capaz de sobrepujar todos os outros da família, se houvesse uma competição. É o mais graduado, já com mestrado e com domínio suficiente em vários idiomas. Foi o primeiro a se formar numa faculdade e também é técnico em telecomunicações formado pela Escola Técnica Federal do Ceará, embora nunca tenha atuado na área.
Dono de uma simpatia e um bico doce capaz de lhe dar um status de Don Juan. E com seu aspecto latino com aquele bigodinho de Don Diego de la Vega é mesmo o maior pegador da família.
Cínico por execelência conseguia ser o único a tirar sarro da cara do papai sem levar uma surra por isso.
O mais frágil em saúde, afinal todo Aquiles tem um calcanhar, sempre esteve às voltas com medicações e dietas exclusivas. É também um excelente cozinheiro e um estrategista bem sucedido como treinador em times de colégio e em mentiras que contamos pra nossos pais.
Quando professor de matemática caiu na "maldição" da profissão que ele mesmo identificou: casou com uma aluna.
Tem duas filhas lindas a quem mal fui apresentado quando estive no Ceará por conta duma birra da poderosa D. Luci, que o ama a ponto de sofrer por ele mesmo sem saber lidar com isso. Pelos meus cálculos os dois vão estar lado a lado até na sepultura.
Não falo muito sobre ele nem com ele, mesmo assim tenho muito orgulho de ser seu irmão. Pena que ele não seja um dos que lê o blog.
Tenho com ele um episódio suis gêneris na vida. Resolvemos nos inscrever num concurso de poesias promovido pela Universidade Estadual do Ceará em 1985. Como não seria necessário ler o texto em público e como era permitido inscrever até duas obras por autor, resolvemos trocar as obras, ele concorreria com as minhas e eu com as dele, uma deveria ser bem sarcástica, só pra fazer rir os avaliadores e outra mais séria. Caso ganhássemos o autor inscrito ficaria com o prêmio em dinheiro, que não era muito, mas era mais do que gastávamos num final de semana, e o autor verdadeiro com a medalha. Adivinha quem ganhou? Eu, quer dizer, ele, isso. Entendeu? Explico: o vencedor do concurso foi Rui Carlo. Foi uma surpresa porque ele contava com mais de 1000 poemas na época e eu com pouco mais de 300, e a surpresa maior foi a obra vencedora, foi justamente a que deveria ser tratada como ridícula, porque era escrita em versos alexandrinos, com rimas ricas, e a cada três versos se formava o acróstico com a palavra MASTURBAÇÃO, e o poema falava mesmo disso.
Muito doido, um adolescente de 17 anos e um doido de 20 numa época em que sexo era tabu entre solteiros de qualquer idade.
Só o Rui mesmo teria tanta cara-de-pau de entrar numa dessas.
Pra vocês verem como cresci cercado de gênios raros e gens indomáveis.
Rui Carlo, embora tenha nome composto jamais é chamado somente pelo segundo nome, ou é Rui ou Rui Carlo.
Como ele mesmo gosta de lembrar, vai morrer virgem.
Não é o mano com maior capacidade de raciocínio nem quociente de inteligência, mas tem uma inteligência prática que seria capaz de sobrepujar todos os outros da família, se houvesse uma competição. É o mais graduado, já com mestrado e com domínio suficiente em vários idiomas. Foi o primeiro a se formar numa faculdade e também é técnico em telecomunicações formado pela Escola Técnica Federal do Ceará, embora nunca tenha atuado na área.
Dono de uma simpatia e um bico doce capaz de lhe dar um status de Don Juan. E com seu aspecto latino com aquele bigodinho de Don Diego de la Vega é mesmo o maior pegador da família.
Cínico por execelência conseguia ser o único a tirar sarro da cara do papai sem levar uma surra por isso.
O mais frágil em saúde, afinal todo Aquiles tem um calcanhar, sempre esteve às voltas com medicações e dietas exclusivas. É também um excelente cozinheiro e um estrategista bem sucedido como treinador em times de colégio e em mentiras que contamos pra nossos pais.
Quando professor de matemática caiu na "maldição" da profissão que ele mesmo identificou: casou com uma aluna.
Tem duas filhas lindas a quem mal fui apresentado quando estive no Ceará por conta duma birra da poderosa D. Luci, que o ama a ponto de sofrer por ele mesmo sem saber lidar com isso. Pelos meus cálculos os dois vão estar lado a lado até na sepultura.
Não falo muito sobre ele nem com ele, mesmo assim tenho muito orgulho de ser seu irmão. Pena que ele não seja um dos que lê o blog.
Tenho com ele um episódio suis gêneris na vida. Resolvemos nos inscrever num concurso de poesias promovido pela Universidade Estadual do Ceará em 1985. Como não seria necessário ler o texto em público e como era permitido inscrever até duas obras por autor, resolvemos trocar as obras, ele concorreria com as minhas e eu com as dele, uma deveria ser bem sarcástica, só pra fazer rir os avaliadores e outra mais séria. Caso ganhássemos o autor inscrito ficaria com o prêmio em dinheiro, que não era muito, mas era mais do que gastávamos num final de semana, e o autor verdadeiro com a medalha. Adivinha quem ganhou? Eu, quer dizer, ele, isso. Entendeu? Explico: o vencedor do concurso foi Rui Carlo. Foi uma surpresa porque ele contava com mais de 1000 poemas na época e eu com pouco mais de 300, e a surpresa maior foi a obra vencedora, foi justamente a que deveria ser tratada como ridícula, porque era escrita em versos alexandrinos, com rimas ricas, e a cada três versos se formava o acróstico com a palavra MASTURBAÇÃO, e o poema falava mesmo disso.
Muito doido, um adolescente de 17 anos e um doido de 20 numa época em que sexo era tabu entre solteiros de qualquer idade.
Só o Rui mesmo teria tanta cara-de-pau de entrar numa dessas.
Pra vocês verem como cresci cercado de gênios raros e gens indomáveis.
Segunda-feira, Agosto 20, 2007
Marcos Rodolfo
Este é meu pai no mundo blogueiro!
Ele mesmo, que atende no http://www.simpatiaeesculacho.blogspot.com/, meu mano Rodolfo, como chamamos entre os Pontes Moura, e Marcos, como os amigos o chamam.
Amanhã é aniversário dele e esperamos que hajam muitos outros.
Um solteiro convicto, não por falta de opção, afinal, das namoradas que ele teve e que foram conhecidas da família, que eu saiba, todas são maravilhosas. Pelo menos o menino tem bom gosto não só para aparência como para caráter também.
É ranzinza por opção, mas dono de uma sensibilidade muito apurada e uma perzpicácia de autor teatral.
Bebe, fuma, fala palavrão, conta piadas infames, diz a verdade de forma dolorosa propositalmente e só é suportável, e para alguns até adorável, porque faz e diz o que pensa ser verdade, com muita honestidade. Assim, se ele está enganado não é por dissimulação ou para induzir alguém ao erro. Talvez por isso não tenha conseguido usar sua inteligência para se tornar rico.
No mundo virtual suas críticas e observações me ajudaram muito a mudar a linha do meu blog. Acho que nenhum de vocês o viu quando era um blog dedicado a meus poemas. Quando passei a escrever textos de improviso eu resolvi invadir todos os blogs da lista de links dele, os visitei, li e comentei. Por isso mesmo muitos passaram a me visitar, como Luma, Karina, Lelinha, Fernanda, Fernanda (é que tem mais de uma mesmo), as meninas do MuléBurra entre outros, a começar pelo Maucir, que já me visitava antes dessa invasão.
O professor-autor-escritor-ator de teatro-amigo-e-irmão aniversariante tem um estilo peculiar nas tiradas sarcásticas, o que ele conseguiu manter no seu blog inconformista com a injustiça, a burrice e a sacanagem no pior sentido da palavra - do bom sentido ele é até adepto.
Um grande beijo, meu irmão!
Ele mesmo, que atende no http://www.simpatiaeesculacho.blogspot.com/, meu mano Rodolfo, como chamamos entre os Pontes Moura, e Marcos, como os amigos o chamam.
Amanhã é aniversário dele e esperamos que hajam muitos outros.
Um solteiro convicto, não por falta de opção, afinal, das namoradas que ele teve e que foram conhecidas da família, que eu saiba, todas são maravilhosas. Pelo menos o menino tem bom gosto não só para aparência como para caráter também.
É ranzinza por opção, mas dono de uma sensibilidade muito apurada e uma perzpicácia de autor teatral.
Bebe, fuma, fala palavrão, conta piadas infames, diz a verdade de forma dolorosa propositalmente e só é suportável, e para alguns até adorável, porque faz e diz o que pensa ser verdade, com muita honestidade. Assim, se ele está enganado não é por dissimulação ou para induzir alguém ao erro. Talvez por isso não tenha conseguido usar sua inteligência para se tornar rico.
No mundo virtual suas críticas e observações me ajudaram muito a mudar a linha do meu blog. Acho que nenhum de vocês o viu quando era um blog dedicado a meus poemas. Quando passei a escrever textos de improviso eu resolvi invadir todos os blogs da lista de links dele, os visitei, li e comentei. Por isso mesmo muitos passaram a me visitar, como Luma, Karina, Lelinha, Fernanda, Fernanda (é que tem mais de uma mesmo), as meninas do MuléBurra entre outros, a começar pelo Maucir, que já me visitava antes dessa invasão.
O professor-autor-escritor-ator de teatro-amigo-e-irmão aniversariante tem um estilo peculiar nas tiradas sarcásticas, o que ele conseguiu manter no seu blog inconformista com a injustiça, a burrice e a sacanagem no pior sentido da palavra - do bom sentido ele é até adepto.
Um grande beijo, meu irmão!
Quinta-feira, Agosto 09, 2007
(era) Uma vez Flamengo, sempre Flamengo
Dessa vez o Rubro-Negro da Gávea está no rumo certo da segunda divisão.
Calma, flamenguistas! Não sou anti-flamengo, pelo contrário, torço pra esse time desde o início da Era Zico.
Mas, tenho um senso crítico apurado e senso de justiça no prumo.
Joel Santana, o nariz mais feio da história do futebol, mostra mesmo que é um mau perdedor e por isso mesmo não pode ser um bom vencedor. Ele esquece que com 26 câmeras gravando e transmitindo tudo, com leitores labiais de plantão e procuradores desportivos doidos pra dar demonstrações de poder, não se pode mesmo falar o que quiser.
Esquece também que dar porrada não reverte o placar.
Souza é um goleador nato... para o Goiás. Roger é muito bom de bola... nas Laranjeiras, Bruno é o típico goleiro bresileiro da época do Joel, faz pose de galã, mas defender mesmo que é bom, só de vez em quando.
Assim, as apostas agora não são mais pra ver se ele desce ou não desce, mas pra ver se a Rede Globo vai transmitir a segundona ou não a parir do ano que vem. Afinal, o principal patrocinador do Flamengo é patrocinador da Fórmula1, do JN e do Fantástico.
Mas, como no futebol e na política tudo é possível e o incabível cabe direitinho com as notas certas nos bolsos certos... pode ser até que ele não desça.
Mas, com Dualib dando entrevista exclusiva no Esporte Espetacular, os árbitros masculinos com moral diante de treinadores renomados, e a Coca-cola ainda dando as ordens nos altos círculos do futebol mundial, não se pode mesmo esperar muita lisura.
Espero poder me orgulhar de ver meu time na primeira divisão merecendo estar lá.
Calma, flamenguistas! Não sou anti-flamengo, pelo contrário, torço pra esse time desde o início da Era Zico.
Mas, tenho um senso crítico apurado e senso de justiça no prumo.
Joel Santana, o nariz mais feio da história do futebol, mostra mesmo que é um mau perdedor e por isso mesmo não pode ser um bom vencedor. Ele esquece que com 26 câmeras gravando e transmitindo tudo, com leitores labiais de plantão e procuradores desportivos doidos pra dar demonstrações de poder, não se pode mesmo falar o que quiser.
Esquece também que dar porrada não reverte o placar.
Souza é um goleador nato... para o Goiás. Roger é muito bom de bola... nas Laranjeiras, Bruno é o típico goleiro bresileiro da época do Joel, faz pose de galã, mas defender mesmo que é bom, só de vez em quando.
Assim, as apostas agora não são mais pra ver se ele desce ou não desce, mas pra ver se a Rede Globo vai transmitir a segundona ou não a parir do ano que vem. Afinal, o principal patrocinador do Flamengo é patrocinador da Fórmula1, do JN e do Fantástico.
Mas, como no futebol e na política tudo é possível e o incabível cabe direitinho com as notas certas nos bolsos certos... pode ser até que ele não desça.
Mas, com Dualib dando entrevista exclusiva no Esporte Espetacular, os árbitros masculinos com moral diante de treinadores renomados, e a Coca-cola ainda dando as ordens nos altos círculos do futebol mundial, não se pode mesmo esperar muita lisura.
Espero poder me orgulhar de ver meu time na primeira divisão merecendo estar lá.
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