Em alguns estados há essa mania de dizer que alguém ou é doido ou é de certa cidade.
Em Rondônia também existe uma cidade com essa triste fama. O pior é que foi por um incrível mas isolado caso...
Na segunda metade década de 70 o então governador Teixeirão saiu pelo sul e sudeste fazendo propaganda do território com o intuito de conseguir um milhão de habitantes para elevar o território federal à categoria de estado. Como parte da campanha ele andou distribuindo terras para quem quisesse produzir.
Um certo senhor juntou as tralhas e foi bater lá. Chegando à região de Jaru, que ainda era uma vila, foi se informar no INCRA como fazer. Era bem simples, o técnico lhe mostrou onde ficava o assentamento e qual era o lote do felizardo. Os procedimentos eram mais simples ainda: bastava desmatar, contruir uma casinha e produzir qualquer coisa para ter o certificado de posse.
Sem entender lhufas de floresta amazônica foi à cidade de Vila de Rondônia, hoje Ji-Paraná, atrás de comprar ferramentas e equipamentos para derrubar as gigantescas árvores do seu lote.
Na loja foi apresentado à moto-serra. O vendedor lhe mostrou como funcionava, como abastecia, como manusear e deu umas dicas de posicionamento para o corte, lhe mostrou onde comprar combustível e pronto.
Cheio de disposição e ânimo o rapaz foi ao seu lote e começou a derrubar as árvores.
Ao final do dia, percebeu que o vendedor não lhe mostrara como desligar a máquina. Adivinha o que aconteceu? Pior!
Ele colocou a moto-serra ligada no ombro e voltou à loja atrás do vendedor para lhe ensinar como desligar o equipamento. O detalhe é que Jaru dista 60km de Ji-Paraná.
Como notícia ruim, spam e piada se espalham muito rápidos a história logo virou lenda e até hoje se faz gozação de algúem dizendo "Tu é doido ou vem de Jaru?" e ás vezes ainda acrescentam "...com a moto-serra nas costas?", ou então, quando alguém vai a Jaru sempre tem um gaiato pra perguntar se já comprou a moto-serra.
Parece mentira, mas não é. Há quem diga que até hoje o indivíduo tem uma madereira por aquelas bandas.
Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008
Sexta-feira, Fevereiro 22, 2008
Me perdoe Athur da Távola, mas...
Uma amiga me enviou um daqueles muitos pps que vivem reenviando pra todo mundo. Eu raramente abro um deles e nunca reenvio. No texto, de Arthur da Távola, ele escreve aos casais em geral, casados, casandos, seprados e separandos. Diz que o amor é bonito mas não é suficiente, e usa de palalelismo antitético para repetir isso de várias formas.
Desta vez resolvi responder à minha amiga. Só o fiz porque ela é a minha melhor amiga em todos os tempos. Resolvi então transcrever aqui a resposta para vocês lerem e comentarem democraticamente se e como quiserem.
" (minha querida) ,
muito bonito e seria melhor se fosse verdade.
Amor basta, aliás Deus é amor e ele é o único que é absoluto.
Quando a Bíblia fala que permanecem a fé, a esperença e o amor e que o amor é o maior destes, ela não está falando metaforica nem simbolicamente. Aliás, Paulo está falando de prática cristã, sobre os dons e talentos.
Se Arthur da Távola não fosse espírita com formação católico-romana e lesse mais a Bíblia ele saberia do que estou falando.
Deus é amor e Ele basta.
Claro que está certo quando diz que não há vários tipos de amor, embora a Bíblia use três palavras no grego para definí-lo, e este idioma ainda tenha uma outra que não é usada na Bíblia. Quando aparecem estas formas está falando das facetas do amor, mas o texto de I Coríntios 13 diz que ele é tudo o que a apresentação que você encaminhou diz que deve haver repetindo o bordão "amor só não basta". Ele é paciente, não se ufana, não se ensoberbece, tudo sofre, tudo suporta e ainda é capaz de fortalecer e validar todas as boas dádivas, que aliás elas (as dádivas) sem ele, de na da valem.
Ter paciência sem amor é esperar pra dar o bote, não se irritar sem amor é agir friamente, saber calar sem amor é ser calculista.
O Amor é completo em si e só nos tornamos plenos quando estamos nele.
Nossa vida aqui é um sopro como a própria Bíblia e até muitas outras ouras crenças o dizem, tudo o que passamos e sofremos aqui ou é merecido ou é proveitoso para o crescimento.
Só andamos sobre duas pernas porque o chão é duro e andar de quatro é desconfortável.
Pode-se perfeitamente ser um só e agir em dois lugares ao mesmo tempo. Um casal pode ser um só sem precisar estar amarrado um ao outro. Quero dizer que podem ter o mesmo objetivo, a mesma meta sem precisar estar em todos os lugares, e respeitar plenamente a individualidade e as amizades. Mas, como Vinícius de Moraes bem disse "deve-se ter muito cuidado com qualquer que não esteja apaixonado, porque quem não está apaixonado vai querer separá-lo, se quiser viver um grande amor." (Cá entre nós, me parece que Vinícius entendia melhor de amor que Arthur da Távola, apesar da sua genialidade, né?)
Não estou atacando a mensagem, mas, defendendo o amor.
Eu mesmo sofri e ainda sofro muito na minha vida, e várias vezes cheguei a pedir a Deus que me matasse, mas é o amor que tem me mantido vivo.
Amor por você e por todos os meus amigos de perto e de longe e que normalmente não lembram de expressar o carinho e que não raro não se encontra nas horas mais amargas de tristeza, mesmo assim dá pra sentir esse amor.
A cumplicidade exigida no texto só existe se vier do amor, do contrário vira conspiração, e conspiradores costumam se dispersar e até trocar acusações diante de inimigos externos maiores.
Muitas vezes recebemos e encaminhamos mensagens bonitinhas sem pesar o peso das palavras. Respondo porque sei que não deixarás de ser minha amiga por isso. Quero é te alertar, como um dia, há 21 anos atrás você me alertou e me fez correr exatamente para o amor. Isso só foi motivo pra eu te jurar amor eterno e contiua de pé e cada vez mais forte.
Nem sonho mais em nos casarmos, nem precisa, mas o amor em todas as suas facetas é que tem sustentado a si próprio em mim tanto por você quanto por tudo e todos que amo. Ele é que me move e, ao contrário dos apaixonados, sei de onde vem e aonde vai dar. Graças a Si mesmo é mais forte que eu.
Normando Ton Moura "
Pela primeira vez ponho aqui um texto que não foi escrito diretamente na caixa de edição do blogger, mas, foi feita agora e sem revisão, da mesma forma como costumo postar.
Desta vez resolvi responder à minha amiga. Só o fiz porque ela é a minha melhor amiga em todos os tempos. Resolvi então transcrever aqui a resposta para vocês lerem e comentarem democraticamente se e como quiserem.
" (minha querida) ,
muito bonito e seria melhor se fosse verdade.
Amor basta, aliás Deus é amor e ele é o único que é absoluto.
Quando a Bíblia fala que permanecem a fé, a esperença e o amor e que o amor é o maior destes, ela não está falando metaforica nem simbolicamente. Aliás, Paulo está falando de prática cristã, sobre os dons e talentos.
Se Arthur da Távola não fosse espírita com formação católico-romana e lesse mais a Bíblia ele saberia do que estou falando.
Deus é amor e Ele basta.
Claro que está certo quando diz que não há vários tipos de amor, embora a Bíblia use três palavras no grego para definí-lo, e este idioma ainda tenha uma outra que não é usada na Bíblia. Quando aparecem estas formas está falando das facetas do amor, mas o texto de I Coríntios 13 diz que ele é tudo o que a apresentação que você encaminhou diz que deve haver repetindo o bordão "amor só não basta". Ele é paciente, não se ufana, não se ensoberbece, tudo sofre, tudo suporta e ainda é capaz de fortalecer e validar todas as boas dádivas, que aliás elas (as dádivas) sem ele, de na da valem.
Ter paciência sem amor é esperar pra dar o bote, não se irritar sem amor é agir friamente, saber calar sem amor é ser calculista.
O Amor é completo em si e só nos tornamos plenos quando estamos nele.
Nossa vida aqui é um sopro como a própria Bíblia e até muitas outras ouras crenças o dizem, tudo o que passamos e sofremos aqui ou é merecido ou é proveitoso para o crescimento.
Só andamos sobre duas pernas porque o chão é duro e andar de quatro é desconfortável.
Pode-se perfeitamente ser um só e agir em dois lugares ao mesmo tempo. Um casal pode ser um só sem precisar estar amarrado um ao outro. Quero dizer que podem ter o mesmo objetivo, a mesma meta sem precisar estar em todos os lugares, e respeitar plenamente a individualidade e as amizades. Mas, como Vinícius de Moraes bem disse "deve-se ter muito cuidado com qualquer que não esteja apaixonado, porque quem não está apaixonado vai querer separá-lo, se quiser viver um grande amor." (Cá entre nós, me parece que Vinícius entendia melhor de amor que Arthur da Távola, apesar da sua genialidade, né?)
Não estou atacando a mensagem, mas, defendendo o amor.
Eu mesmo sofri e ainda sofro muito na minha vida, e várias vezes cheguei a pedir a Deus que me matasse, mas é o amor que tem me mantido vivo.
Amor por você e por todos os meus amigos de perto e de longe e que normalmente não lembram de expressar o carinho e que não raro não se encontra nas horas mais amargas de tristeza, mesmo assim dá pra sentir esse amor.
A cumplicidade exigida no texto só existe se vier do amor, do contrário vira conspiração, e conspiradores costumam se dispersar e até trocar acusações diante de inimigos externos maiores.
Muitas vezes recebemos e encaminhamos mensagens bonitinhas sem pesar o peso das palavras. Respondo porque sei que não deixarás de ser minha amiga por isso. Quero é te alertar, como um dia, há 21 anos atrás você me alertou e me fez correr exatamente para o amor. Isso só foi motivo pra eu te jurar amor eterno e contiua de pé e cada vez mais forte.
Nem sonho mais em nos casarmos, nem precisa, mas o amor em todas as suas facetas é que tem sustentado a si próprio em mim tanto por você quanto por tudo e todos que amo. Ele é que me move e, ao contrário dos apaixonados, sei de onde vem e aonde vai dar. Graças a Si mesmo é mais forte que eu.
Normando Ton Moura "
Pela primeira vez ponho aqui um texto que não foi escrito diretamente na caixa de edição do blogger, mas, foi feita agora e sem revisão, da mesma forma como costumo postar.
Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008
Amanhã...
... pretendo mesmo amanhã revisitar todos os meus blogueiros e atualizar meu blog.
Não foi falta de grana ou tempo minha demora e ausência, embora nenhum dos dois esteja sobrando muito. É cansaço que por muitas vezes excede o cansaço físico, o que termina provocando perguiça de pensar.
A falta de novos e bons livros também mina as idéias.
Mas, há muita coisa sobre a qual eu gostaria de escrever, só não quero mesmo é desistir do blog.
Podem me cobrar as visitas.
Não foi falta de grana ou tempo minha demora e ausência, embora nenhum dos dois esteja sobrando muito. É cansaço que por muitas vezes excede o cansaço físico, o que termina provocando perguiça de pensar.
A falta de novos e bons livros também mina as idéias.
Mas, há muita coisa sobre a qual eu gostaria de escrever, só não quero mesmo é desistir do blog.
Podem me cobrar as visitas.
Assinar:
Postagens (Atom)

